receba o post por email

Mostrando postagens com marcador emprego. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador emprego. Mostrar todas as postagens

Segunda-feira, Junho 16, 2008

0

Nem "luxemburgos" nem "parreiras". As empresas precisam de mais "felipões"


Responda rápido, qual seria o treinador de futebol ideal para conduzir uma empresa? As opções são muitas e os critérios de escolha são extremamente subjetivos. Para ajudar a decisão, sugiro o nome de três profissionais, aparentemente bem-sucedidos: Vanderlei Luxemburgo, Carlos Alberto Parreira e Luiz Felipe Scolari, o Felipão.




As similitudes entre o futebol e a vida corporativa são evidentes, sobretudo em relação à necessidade de motivação constante, a preconização do trabalho em equipe para o alcance das metas, a constante preocupação com números/resultados obtidos, as estratégias, entre outras.




Por este motivo, e aqui não cabe nenhuma discussão sobre as conquistas de cada um dos citados, meu escolhido seria Felipão! O treinador gaúcho sabe trabalhar com a "cabeça e o coração" - o racional e o emocional - conforme os cenários exijam ciência ou arte (ou os dois ao mesmo tempo). Desta forma, ele pode ser caracterizado como um genuíno Lidestor. Um líder com uma imensa capacidade de gerenciamento.




Carlos Alberto Parreira pode ser visto como um líder com perfil para comandar ou coordenar um grupo. Indubitavelmente, o treinador carioca tem carisma, sabe se comunicar com maestria, parece saber ouvir o que os seus subordinados têm a dizer e, com paciência e compreensão, absorver críticas e sugestões e aplicá-las. Mas seus macroresultados serão tão bons assim?




Vanderlei Luxemburgo tem o perfil de gestor à moda antiga, do tipo "Eu penso, você executa". Centrado na produção e na obtenção de resultados rápidos, em equilíbrio com um ambiente sempre extremamente motivador e com estímulo à inovação e flexibilidade, sempre acreditando estar agregando valor. Volta a perguntar: seus macroresultados seriam tão bons assim?


Por outro lado, Felipão é a personificação do "Lidestor", conjuga o melhor do líder Parreira e do gestor Luxemburgo. O técnico gaúcho é intuitivo, inovador, tem a capacidade de gerir todos os processos, é extremamente dedicado ao grupo e pode ser definido como um holista. Sabe ouvir, controlar, orientar, planejar, dar "feedback", delegar, corrigir, tomar decisões, motivar, trabalhar em e com equipes. Dedica-se para o sucesso do tudo e de todos, desenvolve as pessoas e tem talento social; mas, não se distancia dos resultados. Sabe bem que uma boa estratégia e a gestão eficiente das regras do negócio são fundamentais.




Além da sensibilidade aguçada, Scolari é muito dedicado ao coletivo e não se acanha em aprender a aprender, aprender a aprimorar, aprender a reaprender, aprender a recomeçar, aprender a ensinar e, assim, fomentar a melhoria contínua. E, é bem visível a sua preocupação com os resultados. Sempre coerentes e reais.




No ambiente de trabalho, assim como na vida corporativa, é fácil identificar "Parreiras" e "Luxemburgos". Há profissionais que são claramente líderes. Incentivam, cativam, reconhecem, orientam e organizam a equipe, mas são péssimos em administrar prazos e verbas, e principalmente resultados. Por outro lado, há os fantásticos "tocadores de projetos", comandando centenas de pessoas com a precisão de um relógio, mas sem a mínima sensibilidade em relação aos seus subordinados. E, no fim, os alcançados resultados serão destruídos pelos custos que os "mortos e feridos deixarão no caminho".




Com a inserção cada vez maior das empresas no contexto do desenvolvimento econômico e da sustentabilidade, são cada vez mais necessários os Felipões, ou "lidestores", pessoas que aliem a criatividade dos líderes com a eficiência e a eficácia dos gestores. Ou ainda, pessoas aptas a planejar como gestores, mas com a visão do todo, como os líderes intuitivos.




Vale ressaltar que a afirmação "a eficácia organizacional não está no conceito obtuso denominado 'racionalidade'; ela reside na mistura de uma lógica cristalina com uma intuição poderosa", do conceituado professor Henry Mintzberg, Ph.D. em administração empresarial pela MIT Sloan School of Management e considerado um dos mais importantes gurus mundiais da estratégia, corrobora minha preferência por Felipão! E você? Opta por quem?




* Dieter Kelber é pesquisador, consultor e diretor-executivo do INSADI Instituto Avançado de Desenvolvimento Intelectual e da Business Process School. E-mail: dieter.kelber@insadi.org.br


Por Dieter Kelber* - Versátil Comunicação Estratégica


Nem "luxemburgos" nem "parreiras". As empresas precisam de mais "felipões" - Administradores.com.br

Sábado, Junho 14, 2008

0

10 melhores coisas para se dizer quando voce for pego dormindo no trabalho


1. Eles me disseram no banco de sangue que isso poderia acontecer.
2. Isto é só um cochilo de 15 minutos para recuperar as energias, como foi ensinado naquele curso de gerenciamento do tempo que vocês me mandaram fazer.
3. Eu estava imaginando como é a vida de um cego.
4. Eu não estava dormindo! Eu estava meditando sobre a missão da empresa e tentando descobrir um novo paradigma.
5. Eu estava verificando se meu teclado é resistente a baba.
6. Eu estava fazendo um exercício altamente específico de Yoga para aliviar o stress do trabalho. Vocês descriminam pessoas que praticam Yoga?
7. Por que você me interrompeu? Eu estava quase chegando numa solução para o nosso maior problema.
8. A máquina de café está quebrada.
9. Alguém deve ter posto café descafeinado no pote errado.
10. … do Filho e do Espírito Santo. Amém."

Quinta-feira, Junho 05, 2008

0

Voz da consciência ou chave da submissão: como você encara a culpa no trabalho?


Sentimento que se aprende desde a infância, com o discernimento do certo e do errado. É a voz da consciência, mas pode ser a chave para a submissão e a falta de ética no trabalho. A emoção que se descreve é a culpa. De acordo com a psicoterapeuta Clarice Barbosa, existem diversas maneiras de encará-la no ambiente corporativo.




"O sentimento de culpa tem o lado positivo, não é só negativo. É ela que faz com que você reconheça os seus erros", explica. Mas, para que isso aconteça, ela deve ser usada com uma dosagem certa. Como medir isso?




Faça uma auto-avaliação no trabalho e saiba reconhecer os erros. Identifique qual é seu grau de autocrítica e de perfeccionismo em relação ao trabalho e analise se está se auto-censurando demais, se cobrando além do que pode. Caso contrário, o papel dela em sua vida é realmente o da voz da consciência.




Os extremos



Quem não consegue encontrar o meio termo acaba submetido aos extremos, que são o de se transformar em refém da culpa ou simplesmente esquecê-la.




No primeiro caso, as pessoas são assim: não se sentem no direito de reivindicar, de exigir mais, são masoquistas, trabalham mais do que deveriam para justificar o salário e sempre renunciam. "Esta pessoa é mais fácil de lidar, mas também de manipular. É mais passiva e não é tão ameaçadora", conclui Clarice.




O outro lado é o profissional que simplesmente não sente culpa, que acaba por não reconhecer os erros, as atitudes e não percebe quando magoou ou ofendeu algum membro da equipe. "Ele é mais cruel, não reconhece as falhas e isso é terrível para um profissional". Acaba, também, colocando um pouco a ética de lado. "Ele tem um objetivo e vai atrás dele com segurança, mas também não tem muitos critérios".




Desenvolvimento profissional



Para a psicoterapeuta Maura de Albanesi, a culpa pode estimular o crescimento profissional. "Sem o sentido de culpa jamais haveria a oportunidade da pessoa refletir e buscar melhorar. Portante, ciente do que fez, a pessoa dá o primeiro passo para corrigir o erro e evitar outros", explica.




Ela alerta que a pessoa não deve deixar com que o sentimento fique 'martelando' na mente. "Embora não pareça, a culpa pode deixar a pessoa vulnerável a outros pensamentos negativos contra si mesmo. A pessoa deve analisar a oportunidade para analisar e consertar o erro". Voz da consciência ou chave da submissão: como você encara a culpa no trabalho? - Administradores.com.br

Terça-feira, Junho 03, 2008

0

classificacao de candidatos a emprego









Coloque 400 tijolos em um quarto fechado, coloque os novos candidatos e feche a porta. Deixe-os sozinhos por seis horas e analise a situação:






  1. Se eles estiverem contando os tijolos, contrate-os para o departamento de contabilidade.

  2. Se eles estiverem recontando os tijolos, contrate-os para o departamento de auditoria.

  3. Se eles tiverem bagunçado tudo e espalhado os tijolos, são engenheiros.87083.JPG

  4. Se eles tiverem arrumado os tijolos de maneira bem estranha coloque-os no Planejamento.

  5. Se eles tiverem jogando tijolos uns nos outros, coloque-os em Operações.

  6. Se eles estiverem dormindo, coloque-os na Segurança.

  7. Se eles estiverem quebrando os tijolos em pedacinhos, coloque-os no departamento de tecnologia da informação.

  8. Se eles estiverem sentados sem fazer nada, coloque-os em Recursos Humanos.

  9. Se eles disserem que já tentaram várias combinações e estão ainda tentando outras mais e nenhum dos tijolos tiver saído do lugar, coloque-os em vendas.

  10. Se eles já tiverem saído, coloque-os na Gerência.

  11. Se eles estiverem olhando para a janela, coloque-os em Planejamento estratégico.

  12. Se eles estiverem conversando entre si e nenhum dos tijolos tiver saído do lugar, cumprimente-os e coloque-os na Diretoria.

  13. Se eles tiverem criado um muro de tal forma que eles não podem ser vistos ou ouvidos, então coloque-os no congresso.

  14. Se eles afirmarem que não estão vendo nenhum tijolo ali na sala, coloque no Jurídico.

  15. Se eles reclamarem que os tijolos "ta uma merda", não tem identificação, falta operação, medidas erradas, coloque na Qualidade.

  16. Se começar a pegar pilhas de tijolos e orientar os outros para fazer exercícios, coloque como Personal na academia.

  17. Se começarem a se chamarem de companheiros, não contrate-os. Mande-os embora logo , antes que eles criem um sindicato.


Quinta-feira, Abril 03, 2008

0

marketing pessoal por Max Gehringer

Embedded Video

Terça-feira, Março 18, 2008

0

Motivação


blond97x130.jpg


1. Definição


Geralmente é empregado como sinônimo de forças psicológicas, desejos, impulsos, extintos, necessidades, vontade, intenção e etc..


De fato, é válido salientar que todos os termos usados acima em conjunto indicam movimento de ação, onde ao estudar-se os comportamentos das pessoas descobre-se que uma certa força impede as mesmas de agir, mesmo que seja no sentido de buscar ou fugir de determinadas situações.


2. Desafio da Motivação


O administrador, deve induzir as pessoas a contribuírem com o seu esforço para o desempenho da atividade, conhecendo as condições sob as quais as pessoas podem ser motivadas para executarem as atividades dentro da Organização.


A implicação para os administradores é que o primeiro passo para motivar as pessoas esta no reconhecimento de que estas agem no seu próprio interesse, do modo que for determinado por suas necessidades.


3. Principais Teorias Motivacionais



Teoria Cognitiva - São teorias que concebem ao homem como um ser racional, no sentido de possuir desejos conscientes, e que serve das próprias capacidades para satisfaze-lo.


Teoria Hedonista - São teorias que defendem o princípio de que o comportamento humano acha-se especialmente orientado, no sentido de buscar o prazer e, conseqüentemente, procurar evitar a dor e o sofrimento.


Teoria do Instinto - São teorias que tiveram inspiração no trabalho de Darwin, onde defendia o ponto de vista que os comportamentos simples, como os reflexos incondicionais são herdados, mas outras ações mais complexas, podem ser denominadas instintos, tendo como principal objetivo à preservação da espécie.


Teoria do Impulso - São teorias que propõe a personalidade como um reduto de forças básicas de energia própria que oriente o comportamento numa ou noutra direção. E segundo esta teoria, o homem possuiria sempre um estado de carência e seu comportamento se daria na direção de obter aquilo que lhe falta para recuperar seu equilíbrio.



Todas as posições teóricas têm sido exaustivamente estudadas e submetidas à comprovação experimental (Cofer, Apply e Krech), porém não parecem suficientemente claro quais delas resolveriam definitivamente todos os problemas que tem desafiado os estudiosos sobre o assunto.


4. Teoria de Maslow


De acordo com a Teoria da hierarquia das necessidades de A.H. Maslow, as pessoas são motivadas por cinco tipos distintos de necessidades;



Fisiológicas ou primárias - São as de sobrevivência. Ex: Alimento, água e ar.


Segurança - São as que incluem a necessidade de ser protegido contra ameaças e perigos de muitas espécies. Ex: criação de sindicatos para proteção dos trabalhadores.


Afeto - São as que evidenciam o comportamento voltado para o desenvolvimento ou manutenção de relacionamento afetivo gratificante com outras pessoas


Estima - implica-se no desejo de querer ser respeitado pelos outros e por ser próprio.


Auto-realização - é expressa pelo comportamento que tende a realizar e mostrar o potencial técnico que existe em cada um de nós.



Essas necessidades estão dispostas segundo uma hierarquia, de acordo com a sua capacidade de motivar o comportamento.


5. Teoria de Frederick Herzberg


A teoria da motivação/higiene apresenta evidências de que os fatores que satisfazem as pessoas no trabalho são diferentes daquelas que as fazem sentir-se insatisfeitas.


Segundo Herberg, os fatores de higiene satisfazem os anseios do homem de evitar aborrecimentos. Ex: "não gosto de ser tratado assim", "não quero sofrer privações sobre o meu salário baixo", "relações interpessoais causam aborrecimentos".


Em outras palavras, que suas vidas sejam higienicamente limpas.Pois os fatores motivadores por outro lado, tornam as pessoas felizes com seus serviços por que tendem a necessidade básica e humana de comportamento psicológico (necessidade de se tornar mais competente).


Só os fatores higiênicos, não são simplesmente considerados motivacionais, pois mantêm um nível mínimo de insatisfação das pessoas.


As idéias de Herberg combinam com as de Maslow, pois os motivadores contribuem principalmente para a satisfação das necessidades de ordem mais elevadas (estima e auto-realização). E os fatores de higiene contribuem principalmente para a satisfação de necessidades de ordem mais baixa (Fisiológicas, segurança e afeto).


6. Teoria da Equidade


Ramo da teoria da dissonância (manter relações internas consistentes, relativamente às crenças, idéias e ações), e também chamada de teoria da comparação social, baseia-se na premissa de que as pessoas comparam a relação dos seus insumos ao seu trabalho com o que obtêm dele. Se as duas relações não são iguais, então elas tentarão de algum modo reduzir a discrepância.


A teoria da equidade envolve considerações de duas ordens: característicos da pessoa - suas atitudes relativamente a insumos e exsumos, sua tolerância e sentimento de iniqüidade, etc.; e os característicos de ações organizacionais, especialmente em termos de práticas relacionadas com recompensas.


Do ponto de vista motivacional, algumas das mais importantes implicações desta teoria podem assim ser resumidas:



oferece um padrão relativamente simples para explicar e predizer os sentimentos de uma pessoa, acerca de várias recompensas organizacionais;


a delineação do modelo de comparação usado pelo indivíduo, para avaliar sua taxa de correlação entre insumo e exsumo, deve ser relevante para os tomadores de decisões envolvidos na determinação de níveis adequados de recompensa; e


dirige a atenção para as possibilidades de intercâmbio de recompensas.



Devemos enfatizar, que a retribuição é um dado comparativo: será considerada justa ou não justa em relação à retribuição concedida à outra pessoa pelo mesmo trabalho.


7. Teoria de liderança


Dentro da motivação no trabalho, a liderança e suas seqüelas (chefia e supervisão) constituem fator de altíssima preponderância. Entretanto, apesar da inusitada atenção que tem merecido, seu conceito continua ambíguo, à semelhança do que ocorre em relação ao conceito de caixa preta da pesquisa operacional, isto é, conhece-se o que entra na caixa e o que sai dela, mas nada se sabe sobre o que ocorre dentro dela.


7.1. Traços e característicos do líder


Reconhecendo a existência de muitas limitações e a inexistência de relações de causa-e-efeito, Keith Davis os seguintes característicos para ter um impacto positivo na liderança bem sucedida, dentro de um trabalho coletivo humano;



Inteligência - o líder em média é mais inteligente que o seu subordinado, porém, ele terá pouca chance de ser bem sucedido se caso tiver um grau maior de inteligência do normal.


Âmbito e maturidade social - o líder tende a ser emocionalmente estável e possui interesse e atividades de âmbito amplo e diversificado.


Motivação interna e impulsos de realização - líderes tem impulsos motivacionais relativamente intensos do tipo realização. Lutam por recompensas intrínsecas em vez de extrínsecas.


Atitudes referentes às relações humanas - um líder bem sucedido, reconhece o valor e a dignidade de seus subordinados e é capaz de mostrar empatia em relação a eles.



Esta lista de Keith não é a única, pois existem outras que também descrevem de outra forma como deve ser um líder bem sucedido. No entanto, apesar de existir essas teorias, é muito difícil que um líder se comporte como se escreve.


http://iscasemvara.blogspot.com


Quarta-feira, Fevereiro 20, 2008

0

como trabalhar para um idiota


images.jpg downloadsmallsys1eg1.gif


Segunda-feira, Fevereiro 11, 2008

0

os funcionarios da companhia



Segunda-feira, Janeiro 21, 2008

0

SITUAÇÕES BIZARRAS EM ENTREVISTAS DE EMPREGO




Coletânea de situações esdrúxulas, todas reais, ocorridas em entrevistas de emprego. Alguns relatos estão registrados no livro da escritora norte-americana Rebecca Smith"Currículo Eletrônico & Online Networking". Entre outros casos fora do normal, o livro relata por exemplo o candidato que recusou o emprego porque achou o salário alto, e outro que desafiou o entrevistador para uma queda de braço. Como era de se esperar, nenhum dos dois conseguiu a vaga. Outras são da revista Info Exame e podem ser úteis, inclusive para mostrar com bom humor o que as pessoas não devem fazer para conseguir um emprego.


1. O candidato desculpou-se abruptamente e saiu. Voltou alguns minutos depois usando uma peruca.
2. Pediu para ver o currículo do entrevistador para checar se ele era qualificado para julgá-lo.
3. Levou seu cão boxer à entrevista.
4. O entrevistador perguntou: "Onde você se vê dentro de cinco anos?" A resposta: "No seu lugar".
5. Para mostrar qualificação, o candidato disse que ao começar o trabalho provaria que a gerência toda da companhia era formada por incompetentes.
6. No fim da entrevista, puxou uma câmera Polaroid do bolso e tirou uma foto do entrevistador. Disse que havia feito fotos de todos os que o entrevistaram.
7. Disse que se conseguisse o emprego tatuaria o logotipo da empresa no braço para mostrar lealdade.
8. Sem dizer uma palavra, o candidato levantou-se no meio da entrevista e caiu fora.
9. Disse que não tinha almoçado e perguntou se poderia comer um hambúrguer que trazia na pasta.
10. O candidato não só mascava chiclete, como fazia bolas.
11. Manteve o walkman nos ouvidos durante toda a entrevista.
12. Interrompeu a conversa e ligou para o analista para pedir um conselho sobre como responder determinada questão.
13. Disse que não estava interessado porque o salário era muito alto.
14. Quando o entrevistador atendeu ao telefone, o candidato sacou uma Penthouse da pasta e ficou olhando as fotos; parou um longo tempo no pôster central.
15. Durante a entrevista um alarme de pulso soou, o candidato se desculpou e disse que tinha de sair para uma outra entrevista.
16. O candidato disse que não sairia da cadeira até ser contratado. Foi preciso chamar a segurança.
17. Quando perguntado se tinha passatempos, levantou e começou a dançar tango com uma parceira imaginária.
18. Tirou um videogame portátil da pasta e desafiou o entrevistador para um pinball.
19. Começou a pular no tapete e disse que o entrevistador deveria ser muito importante para ter um tapete tão grosso.
20. Perguntou quem era a garota encantadora no porta-retratos. Quando o entrevistador disse que era sua mulher o candidato perguntou se ela estava em casa e qual era o telefone. Foi retirado pela polícia.
21. O telefone do candidato tocou no meio da entrevista. Era sua mulher. Ele pergunta: "Que companhia? Quando eu começo? Qual o salário?" O entrevistador disse que supunha que a entrevista não lhe interessava mais. O candidato respondeu: "Lógico que interessa, vou para a empresa que pagar mais". Era um truque para elevar a oferta.
22. O candidato perguntou se o fato de o entrevistador não estar de terno tornava a oferta de emprego menos formal.
23. Desafiou o entrevistador para uma queda de braço.
24. O candidato disse que na verdade não queria trabalhar, mas que o seguro desemprego pediu uma prova de que ele estava procurando um trabalho.
25. Perguntou se podia consumir cocaína antes de começar a entrevista.
26. O pretendente à vaga chegou usando apenas um sapato. Disse que o outro fora roubado no ônibus.
27. A bolsa da candidata abriu durante a entrevista e de dentro saltou uma calcinha, além de dois potes de maquiagem e um vidro de perfume.
28. Chegou na entrevista de mobilete e estacionou na recepção. Disse que não queria ser roubado e por isso precisava de um lugar coberto para deixar a mobilete.
29. Retirou o sapato e a meia do pé direito e colocou talco nos dedos. Disse que precisava fazer aquilo quatro vezes ao dia e que estava na hora.
30. Assobiou o tempo todo enquanto o entrevistador falava. via




Quarta-feira, Janeiro 16, 2008

0

principais leis trabalhistas


Lei 605/1949- Repouso Semanal Remunerado notepaper.png


Lei 2.757/1956- Porteiros, Zeladores


Lei 2.959/1956- Contrato por Obra ou Serviço Certo


Lei 3.030/1956- Desconto por Fornecimento de Alimentação


Lei 3.207/1957- Empregados Vendedores, Viajantes ou Pracistas


Lei 3.857/1960 - Músicos


Lei 4.090/1962- Gratificação de Natal


Decreto 1.232/1962 - Aeroviários


Lei 4.749/1965- 13º Salário


Lei 4.860/1965- Regime de Trabalho nos Portos Organizados


Lei 4.886/1965- Representantes Comerciais Autônomos


Lei 4.950-A/1966 - Remuneração de Profissionais em Engenharia, Química, Arquitetura, Agronomia e Veterinária


Lei 5.859/1972- Empregado Doméstico


Lei 5.889/1973- Trabalho Rural


Lei 6.019/1974- Trabalho Temporário Urbano


Lei 6.494/1977- Estagiários


Lei 6.533/1978- Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões


Lei 6.615/1978- Radialistas


Lei 6.919/1981- FGTS de Diretores


Lei 6.932/1981- Médicos Residentes


Lei 7.183/1984 - Aeronautas


Lei 7.210/1984- Trabalho e Serviços do Preso


Lei 7.418/1985 -Vale-Transporte


Lei 7.644/1987- Mãe Social


Lei 8.036/1990- Lei do FGTS


Lei 8.906/1994 - Advogados


Lei 9.601/1998- Banco de Horas e Contrato por Prazo Determinado


Lei 9.719/1998- Trabalho Portuário


Lei 10.101/2000- Participação dos Trabalhadores nos Lucros ou Resultados


Lei 10.607/2002- Declara Feriados Nacionais


Lei 10.748/2003- Programa Primeiro Emprego - PNPE


Lei 10.820/2003- Desconto de Prestações em Folha de Pagamento


Terça-feira, Janeiro 15, 2008

0

8 motivos que o impedem de conquistar suas metas


Você não tem metas clarasRo_Butterfly1_8s.gif


A vida é um turbilhão, e é muito fácil seguir atolado na rotina de compromissos diários e contas a pagar. É uma armadilha sutil, em que a burocracia de viver engole o seu tempo, e de repente todas as suas horas são definidas pelas exigências do mundo, e não pela sua iniciativa.


Conquistas começam com metas. Invista tempo e trace suas metas, escreva-as, lembre-se delas quando for escolher entre comprar o carro, mudar de casa ou largar o emprego. De repente suas decisões farão mais sentido.


Você não tem uma visão


Traçar metas é o primeiro passo, mas pode se tornar um exercício vazio se não fizer parte de uma visão de si mesmo e da sua vida. As metas dão a direção, mas é a visão que dá a força emocional para provocar mudanças.


Você não tem um plano


Ok, você tem metas que dão a direção, e uma visão que o motiva, o que já lhe põe em vantagem em relação à maioria das pessoas. Mas é a organização das suas metas na forma de um plano que vai tornar sua visão real. Ao traçar um plano, já não basta relacionar seus objetivos, mas descrever honestamente seu estágio atual, o aprendizado ou os recursos que precisa desenvolver, o tempo necessário, o network necessário, e a ordenação mais apropriada das etapas (metas) para compor o cenário final.


Você está sempre certo sobre tudo


Se você é sempre o dono da razão, provavelmente é inflexível em suas opiniões e não é muito bom ouvinte. Trace metas, crie sua visão e desenvolva um plano, mas esteja aberto a mudanças. Você pode estar errado alguns pontos, o mundo-lá-fora muda rapidamente e podem surgir oportunidades repentinas, na forma de conselhos, ou simplesmente de alguém que discorda de você. Se você segue o plano à risca, programe períodos de reavaliação.


Você não está certo o bastante


Evite ser o dono da razão, mas tenha opiniões próprias, confie no seu conhecimento e na sua intuição. Se o excesso de confiança pode te levar a bater a cabeça contra parede, a falta dela pode te manter paralisado, com medo de errar ou de ser repreendido.


Você não aprende com os próprios erros


Muitas pessoas vêem os próprios erros como falta de valor, burrice ou incapacidade. Errar ajuda a aprender, se você avalia o erro, estabelece uma nova meta e usa o conhecimento adquirido com a queda para tentar de novo. Errar é bom, desde que você erre diferente desta vez.


Você não aceita a influência dos outros


A influência de outras pessoas pode enriquecer sua visão, se você souber filtrar a informação e formar sua própria opinião a respeito. Ouvir outras pessoas não é um ato de generosidade ou sacrifício, e permitir que sua opinião mude não é uma traição aos seus valores. Somos seres sociais, e infalivelmente nossa opinião será um mosaico de opiniões alheias, assim como nossa visão de mundo, e quanto mais experiências e pontos de vista você puder trazer para si, mais privilegiada será sua própria visão.


Você tem medo do sucesso


Se você tiver sucesso no que deseja, a sua vida vai mudar, e isso pode ser aterrador. A resistência à mudança é um dos maiores dilemas humanos, pois novas situações exigem habilidades que ainda não desenvolvemos, e muitas vezes rechaçamos com mais força um futuro desconhecido (e potencialmente mais feliz) que a rotina entediante do dia a dia, frustrante porém familiar.


Baseado no texto 10 Reasons You Aren't Achieving Success, do LifeHack via