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Quarta-feira, Março 19, 2008

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7 lições de ouro de Steve Jobs



Criativo, inovador, perfeccionista ao extremo e com um instinto de marketing digno de um pop-star, cada discurso de Steve Jobs é esperado como um grande evento de cultura pop. Algumas de suas lições já entraram para a história:
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1. "A inovação define líderes e seguidores"

A inovação só conhece um limite: a imaginação. Quem quiser ganhar um lugar de destaque tem que pensar de forma original, além dos quatro cantos do seu escritório. A inovação não precisa ser tecnológica, pode ser um novo meio de fazer as coisas, com mais simplicidade e eficiência, uma abordagem diferente em relação ao cliente, uma linha de design mais elegante.

2. "Seja um fanático pela qualidade. A maioria das pessoas não está acostumada a um ambiente onde a excelência é a regra".

A excelência não admite atalhos. Para alcançá-la, além de estabelecê-la como prioridade, terá que empenhar tempo, talento, habilidades e dinheiro para alcançar aqueles dois passos a mais, que fazem toda a diferença.

3. "A única maneira de fazer um grande trabalho é amar o que você faz. Se você ainda não encontrou o trabalho que preenche seus sonhos, não se acomode. Com todas as forças do seu coração, saberá quando encontrar".

Felicidade, sucesso e excelência se alcançam por quatro palavras: 'faça o que ama'. Encontre a profissão que lhe dê um senso de profundo significado, direção e satisfação na vida, o que contribuirá não apenas para sua saúde e longevidade, mas também na maneira como vai enfrentar os tempos difíceis, quando vierem.

4. "Um conceito do budismo é 'uma mente aprendiz'. É maravilhoso ter uma mente aprendiz".

Uma mente aprendiz vê as coisas como são, e num relance pode perceber o significado real de atos e pessoas. Desenvolver uma mente aprendiz inclui observar o mundo e as coisas livre de preconceitos, julgamentos e fórmulas prontas, como uma criança que descobre o ambiente ao seu redor cheio de curiosidade e êxtase.

Sabe aquelas perguntas óbvias que as crianças fazem que não conseguimos responder? Aí está a mente aprendiz.

5. "Eu sou a única pessoa que eu conheço que perdeu 250 MILHÕES DE DÓLARES em um ano. É o tipo de coisa que molda um caráter".

Não confunda cometer erros com ser um erro. Não há pessoa de sucesso que não tenha cometido erros na vida, e as que tiveram mais sucesso foram as que arriscaram mais, cometeram mais erros, aprenderam com eles e melhoraram sua performance. Steve Jobs, assim como Michael Jordan, seguiram este caminho.

Você pode encarar um erro como uma besteira a ser esquecida, ou como um resultado que aponta uma nova direção.

6. "Nós existimos para deixar uma marca no universo. De outra maneira, por que estaríamos aqui?"

Você já percebeu que temos coisas imensas a alcançar nesta vida, e estas conquistas futuras acabam sob o pó da rotina enquanto nos servimos mais uma xícara de café e nos enrolamos com nossas pequenas burocracias?

7. "Nosso tempo de vida é limitado, não gaste-o vivendo a vida de outras pessoas".

Não fique preso a dogmas, não deixe o ruído de outras pessoas vencer sua voz interior e, mais importante, tenha a coragem de seguir seu coração e intuição que, em algum nível, já conhecem a verdade. Todo o resto é secundário.

Você já cansou de viver os projetos e sonhos de outras pessoas? É da nossa vida de que estamos falando, e temos todo o direito de definir e percorrer nosso caminho individual, sem os grilhões ou sutis barreiras criadas por outras pessoas.

É preciso se dar a chance de nutrir suas qualidade criativas, livre de pressões e medos que, na maior parte das vezes, nós mesmos construímos ao nosso próprio redor.

Agora, que tal desligar o iPod e pensar nos seus sonhos? via


Segunda-feira, Janeiro 21, 2008

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As pessoas mais inteligentes do mundo e seus QI


log_alt1.pngQI - Quociente de Inteligência: medida derivada da divisão da idade mental pela idade cronológica, obtida por meio de testes desenvolvidos para avaliar as capacidades cognitivas (inteligência) de um sujeito, em comparação ao seu grupo etário. (Fonte: Wikipédia)

Normalmente, os resultados de testes de QI são dados em escalas como a abaixo:

QI
Acima de 140: gênio ou quase um
130-139: extremamente inteligente
120-129: inteligência muito acima da média
110-119: inteligência acima da média
90-109: inteligência normal (metade da população mundial situa-se neste nível)
80-89: inteligência abaixo da média
70-79: quase deficiência mental
50-70: retardo mental leve
35-50: retardo mental moderado
20-35: retardo mental grave
Abaixo de 20: profundo retardo mental
Por convenção, seguindo a escala acima, o QI para "inteligência normal" é 100.
99.5% das pessoas estão entre os níveis 60 e 140. Os 0.5% restantes, ou sofrem algum tipo de retardo mental, ou são gênios.
Veja alguns gênios do passado e do presente:


Os QIs mais altos do mundo

Pessoas ainda vivas:
Kim Ung-yong - físico e engenheiro coreano. Com 3 anos de idade, começou a aprender cálculo diferencial. Aos 4, já sabia ler e escrever em japonês, coreano, alemão e inglês (a ponto de compor poesias nesses idiomas). Entrou para o Guinness Book - o Livro dos Recordes - com seu QI de 210 pontos.
Christopher Michael Langan - o homem mais inteligente da América, com um QI de 195 pontos. Criou o "CTMU" (Cognitive-Theoretic Model of the Universe), teoria do relacionamento entre a mente e a realidade. É autodidata e trabalha atualmente em seu rancho.
Philip Emeagwali - engenheiro de computação e geólogo nigeriano. Em 1989, ganhou um prêmio do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE, sigla em inglês) por seu trabalho com supercomputadores da série "Connection Machine", que permitiu um grande avanço nos estudos sobre o petróleo. Possui um QI de 190 pontos.

Outros gênios da atualidade:
Garry Kasparov - russo campeão mundial de xadrex. QI de 190 pontos.
Marilyn Vos Savant - autora e colunista de revistas norte-americana. QI de 186 pontos.
James Woods - ator norte-americano. QI de 180 pontos.
John H. Sununu - político norte-americano. QI de 180 pontos.
Benjamin Netanyahu - político israelense e ex-Primeiro Ministro de seu país. QI de 180 pontos.
Andrew Wiles - matemático britânico, professor da Universidade de Crambridge. QI de 170 pontos.
Judith Polgar - húngara campeã mundial de xadrex, a melhor enxadrezista mulher de todos os tempos. QI de 170 pontos.
Robert Byrne - jogador de xadrez norte-americano, considerado "Grandmaster", o maior título que um enxadrezista pode alcançar. QI de 170 pontos.
Bobby Fischer - outro jogador de xadrez dos Estados Unidos. QI de 167 pontos.
Stephen W. Hawking - doutor em cosmologia e um dos mais consagrados físicos teóricos do mundo. É britânico e possui um QI de 160 pontos.
Paul Allen - um dos fundadores da Microsoft e uma das pessoas mais ricas do mundo (com uma fortuna estimada em 18 bilhões de dólares). QI de 160 pontos.
Sharon Stone - atriz e modelo norte-americana. QI de 157 pontos.

Pessoas que já morreram (dados de estudos realizados em 1926 sobre os homens e mulheres mais importantes entre 1450 e 1850):
sir Isaac Newton - QI de 190 pontos
Voltaire - QI de 190 pontos
Leonardo Da Vinci - QI de 180 pontos
Michelangelo - QI de de 180 pontos
Johannes Kepler - QI de 175 pontos
Blaise Pascal - QI de 171 pontos
Michael Faraday - QI de 170 pontos
Antoine Lavoisier - QI de 170 pontos
Lutero - QI de 170 pontos
Galileu Galilei - QI de 165 pontos
Johann Sebastian Bach - QI de 165 pontos
Thomas Hobbes - QI de 165 pontos
John Locke - QI de 165 pontos
Ludwig van Beethoven - QI de 165 pontos
Renè Descartes - QI de 162 pontos
Albert Einstein - QI de 160 pontos
Robert Boyle - QI de 160 pontos
Benjamin Franklin - QI de 160 pontos
Linus Pauling - QI de 156 pontos
Rembrandt - QI de 155 pontos
Miguel de Cervantes - QI de 155 pontos
Charles Darwin - QI de de 153 pontos
Wolfgang Amadeus Mozart - QI de 153 pontos
Nicolau Copérnico - QI de 150 pontos
Abrahan Lincoln - QI de 150 pontos
Napoleão Bonaparte - QI de de 145 pontos
George Washington - QI de 140 pontos via


Sexta-feira, Dezembro 07, 2007

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10 estratégias de manipulação por Noam Chomsky


1. A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO1888888.jpg
O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes.
A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética."Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais" (citação do texto "Armas silenciosas para guerras tranqüilas".)


2. CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES
Este método também é chamado "problema-reação-solução". Se cria um problema, uma "situação" prevista para causar uma certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.


3. A ESTRATÉGIA DA DEGRADAÇÃO
Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, é suficiente aplicar progressivamente, em "degradado", sobre uma duração de 10 anos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas tem sido impostas durante os anos de 1980 a 1990. Desemprego em massa, precariedade, flexibilidade, reassentamentos, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haviam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de forma brusca.


4. A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO
Uma outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo "dolorosa e necessária", obtendo a aceitação pública no momento para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, por que o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, por que o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que "tudo irá melhorar amanhã" e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Em fim, isto dá mais tempo ao público pata acostumar-se com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.


Um exemplo recente: a passagem para o Euro e a perca da soberania monetária e econômica tem sido aceitos pelos países Europeus em 1994-1995 para uma aplicação em 2001. Outro exemplo: os acordos multilaterais da ALCA (o FTAA) que os Estados Unidos tem imposto desde 2001 aos países de todo o continente americano (Central e Sul da América) apesar de suas reticências, concedendo uma aplicação e vigência diferida para 2005.


5. DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE
A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza um discurso, argumentos, personagens e uma entonação particularmente infantil, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante.


Por que?
"Se se dirige a uma pessoa como se tivesse a idade de 12 anos então, em razão da sugestionabilidade, ela tenderá, com certa probabilidade, uma resposta ou reação também desprovida de um sentido critico como a de uma pessoa de 12 anos de idade". (ver "armas silenciosas para guerras tranqüilas")


6. UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO
Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…


7. MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE
Fazer como que se o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão.


"A qualidade da educação dada as classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre o possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossíveis para o alcance das classes inferiores" (ver "armas silenciosas para guerras tranqüilas")


8. Promover ao público a ser complacente na mediocridade
Promover ao público a achar "cool" pelo fato de ser estúpido, vulgar e inculto…


9. REFORÇAR A REVOLTA PELA CULPABILIDADE
Fazer o individuo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo auto-desvalida-se e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E sem ação, não há revolução!…


10. CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM
No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência tem gerado uma crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças a biologia, a neurobiologia e a psicologia aplicada, o "sistema" tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o individuo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.


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Terça-feira, Novembro 01, 2005

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inteligencia





Technorati :

Sábado, Abril 16, 2005

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Previsões:




Previsões:
2000- Conhecimento humano dobra a cada 83 dias
Notícias serão recebidas no momento da geração do fato
Vida útil média das profissões = 14 anos
Vida útil médias das especializações = 06 anos
2005- PIB Japonês será formado por 75% de produtos inéditos
2050- A expectativa de vida será de 120 anos
Uso da percepção sensorial avançada (onda da imaginação)



("Pensamento e Mudança", de Nelson Spritzer)






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Domingo, Abril 10, 2005

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A Inteligência e as Mulheres



· Mulheres.

· Inteligência.

· A esta altura, você deve estar se perguntando se estes dois itens não são totalmente incompatíveis.

· A bem da verdade, devo dizer que "não totalmente".

· De fato, a inteligência é notavelmente ausente na maioria das pessoas do sexo frágil, no entanto, apesar de raro, com alguma sorte você ainda iráse deparar em sua vida com alguma mulher possuidora de certo tipo de inteligência não relacionada a jóias, carros e itens caros em geral.

· Mas a verdadeira questão é: você realmente quer encontrar um mulher inteligente?

· Muitos homens afirmam que não agüentam mais mulheres fúteis, que desejam realmente conhecer uma mulher inteligente, que compartilhe de seu alto nível intelectual, finíssimas piadas e sutis atitudes.

· Porém, isto é dizer uma meia verdade.

· Ao passo que a mulher inteligente traz suas vantagens (você não precisar repetir uma ordem para que ela entenda), freqüentemente a mesma égeradora de problemas de diversas ordens, do tipo:

1. * ela não vai acreditar facilmente na sua desculpa;

2.
* ela não vai acreditar facilmente em você no geral;

3. * ela vai perceber quando você não está interessado no papo inteligente dela;

4. * ela vai perceber quando você não está interessado nela;

5. * ela vai perceber quando você está interessado em outra;

6. * por fim, ela vai lhe arranjar muita dor de cabeça.

· Portanto, deve-se considerar muito bem a escolha da mulher pelo quesito inteligência.

· A mulher é ideal quando inteligente até certo ponto.

A partir do momento em que você se sente ameaçado, encurralado, ou simplesmente de saco cheio em ter que dar o braço a torcer para ela, então vocêestá de fato numa cilada na qual a única saída é o fora (ver capítulo o O Fora).