receba o post por email

Mostrando postagens com marcador mensagens. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador mensagens. Mostrar todas as postagens

Terça-feira, Julho 08, 2008

0

Dia nacional de mobilização a favor da PAZ

07 de Julho


Perto de Tóquio vivia um grande samurai, já idoso, que agora se dedicava a ensinar o zen ... aos jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.


Certa tarde, um guerreiro conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu por ali. Era famoso por utilizar a técnica da provocação: esperava que seu adversário fizesse o primeiro movimento e, dotado de uma inteligência privilegiada para reparar os erros cometidos, contra-atacava com velocidade fulminante.


O jovem e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma luta. Conhecendo a reputação do samurai, estava ali para derrotá-lo, e aumentar sua fama.


Todos os estudantes se manifestaram contra a idéia, mas o velho aceitou o desafio.


Foram todos para a praça da cidade, e o jovem começou a insultar o velho mestre. Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou todos os insultos conhecidos, ofendendo inclusive seus ancestrais.


Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível.


No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se.


Desapontados pelo fato do mestre aceitar tantos insultos e provocações, os alunos perguntaram:


- Como o senhor pode suportar tanta indignidade? Por que não usou sua espada, mesmo sabendo que podia perder a luta, ao invés de mostrar-se covarde diante de todos nós?


- Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente? - perguntou o Samurai.


- A quem tentou entregá-lo - respondeu um dos discípulos.


- O mesmo vale para a inveja, a raiva, e os insultos - disse o mestre.


Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo.


"A sua paz interior, depende exclusivamente de você. As pessoas não podem lhe tirar a calma, só se você permitir..."

Quinta-feira, Maio 29, 2008

0

Gandhi e o Viajante!

Conta-se que Gandhi, sempre que viajava de trem pela Índia, comprava passagem de terceira classe. Ali os passageiros, como só acontece em alguns outros países, também não cultivavam hábitos de higiene, nem de boas maneiras.
Certa ocasião, quando empreendia uma das suas viagens, ele chamou a atenção de um rapaz que viajava junto a ele no mesmo vagão e que de quando em quando cuspia no chão. Diante da advertência recebida, o moço respondeu indelicadamente e repetiu varias outras vezes o gesto. Gandhi calou-se.
Depois de um bom tempo de viagem, o rapaz pegou no seu violão, dedilhando-o por uns momentos ate afiná-lo, e começou a tocar e também a cantar músicas que exaltavam o grande líder e herói nacional Gandhi.
Quando, finalmente, o trem parou na estação da cidade para onde Gandhi se dirigia, ele se levantou, preparando-se para descer. O jovem, que também ficaria ali, juntou suas coisas para
sair. N a estação, ele percebeu que alguém de certa importância e grande respeito estaria chegando, porque havia uma enorme recepção organizada com músicas instrumentais, fogos de artifício e discursos.
Parou para ver... Era Gandhi quem chegava!
Só quando o viu recebido com tamanha honra e distinção foi que o rapaz se deu conta de que o passageiro a quem havia respondido de maneira tão descortês e insolente era exatamente aquele que havia enaltecido com tanta veemência através das suas canções.
Ele não conhecia Gandhi, mas certamente entendeu que para ele nada significaram suas músicas e o seu cântico.
Essa experiência pode muito bem ser aplicada em relação a DEUS, Ele deseja receber o nosso louvor e numerosas foram às vezes em que Ele mencionou esse seu prazer. Porém, deixou sempre claro que o desejava de maneira humilde, sincera e real.
Citou como exemplo de perfeito louvor àquele que parte da boca das crianças, porque essas na sua pureza e despretensiosamente sabem ser honestas, sinceras e puras.
Condenou o povo que procurava apresentar-lhe honra e louvor superficiais, dizendo:
* "Este povo honra-me com os lábios; e o seu coração, porém, está longe de mim ".

Sexta-feira, Março 28, 2008

0

A divindade do homem

comyn-80x60.jpg


Habita em cada um de nós a divindade. Ela vai no meio e carrega em si dons espetaculares, cada um associado a um centro psíquico específico. Elevar-nos é compreender que os dons em nada nos tornarão mais poderosos ou merecedores de coisa alguma. Pelo contrário. Os dons são dados ou retirados ao bel-prazer da moral universal que a tudo governa.

Há muitos centros psíquicos sendo que um deles é encontrado no plexo solar. Associado desde o umbigo até os pés, é esse centro que está relacionado com a energia do planeta e da matéria. Estamos grande parte do tempo com os pés no solo e esse é o nosso maior contato com a Terra durante toda a nossa existência. Cabe-nos compreender que é com os pés que tocamos o Reino e é com eles que devemos trilhar caminhos retos e perfeitos. Tal postura permitirá a abertura desse centro psíquico e, com isso, uma maior percepção do tempo e do espaço.

O segundo centro psíquico é o epigástrico. Está associado a todos os processos digestivos, ou melhor dizendo, de transformação química da matéria para a sua devida absorção ao organismo. Quanto a isso vale a pena comentar a necessidade da alimentação correta para o melhor equilíbrio desse centro. Hoje sabemos que determinadas vitaminas e minerais são essenciais para o organismo. Especialmente para os iniciados será necessário dizer que deve-se consumir alimentos e bebidas ricos em substâncias como o retinol, a tiamina, a riboflavina, a piridoxina, a cobalamina, o ácido pantotênico, a niacina, a carnitina, os bioflavonóides, o ácido ascórbico, o betacaroteno, o tocoferol e o calciferol. Tais substâncias são encontradas na natureza em diversos alimentos. O consumo equilibrado delas leva a uma saúde perfeita e a um equilíbrio do centro psíquico correspondente. Este chacra está associado ao Sol pois muitas dessas substâncias acima citadas são processadas e absorvidas mediante a luz solar. A falta de retinol, por exemplo, causa a cegueira noturna. Acontece que o corpo humano é capaz de sintetizar parte dessa substância diante da presença de luz solar e betacaroteno. Com a noite, sem o sol e sem retinol, pode-se perder a visão.

O terceiro centro psíquico é o renal, associado aos líquidos do corpo. O homem é um rio e suas margens são os vasos sanguíneos, por onde circulam cerca de seis litros de sangue. A água é absorvida pelo organismo por via digestiva e levada ao sangue pelo intestino grosso. Faz o seu ciclo pelo corpo até chegar aos rins, onde o sangue é filtrado e o líquido que não nos é necessário é eliminado. Esse centro psíquico está associado à Lua. Isso porque a Lua, em sua viagem em torno do planeta Terra, acaba por atrair os líquidos do planeta para determinadas direções, o que explica o fluxo das marés. Além disso também está associada ao fluxo menstrual das mulheres e às fases de ovulação dos animais. Não por acaso, num período de vinte e oito dias -- ou uma lua -- há fases em que estamos mais inchados ou em que desinchamos. Isso se deve pela influência da Lua em todos os líquidos que há na Terra. Não se pode, portanto, ignorar a função dos astros em nós mesmos.

O quarto centro psíquico é o do coração. Está associado ao fogo, à energia motriz que faz circular o sangue e permite-nos a vida como a conhecemos. Tem um ritmo e, por isso, também pode ser associado à música e à percepção do tempo. Até porque o tempo, vez ou outra, parece passar ora devagar, ora rapidamente. Isso se deve aos batimentos cardíacos. Quando há uma intensificação dos batimentos, o tempo parece passar mais rapidamente. Na verdade, em determinadas ocasiões, nem sentimos o passar das horas após um tempo intenso de trabalho mental ou físico. Enquanto no descanso, em repouso ou em meditação, o tempo não passa. Não por acaso um minuto tem sessenta segundos, que é mais ou menos o número de batimentos cardíacos em repouso. Controlar o tempo é, portanto, função vital. E, sabendo disso, saberemos que poderemos até mesmo viajar no tempo pelo equilíbrio desse centro.

O quinto centro psíquico é o da garganta. Está associado à fala e à glândula tireóide. Para preservá-lo, deve-se usar bem as palavras e os pensamentos. É nesse centro que devemos aplicar a retidão de nossos passos à retidão de nossas idéias. É onde deve prevalescer a honra e a virtude a partir do que é expresso por palavras.

O sexto centro psíquico é o da glândula pituitária. Este está associado à visão e ao equilíbrio de todas as funções do corpo. A hipófise é a glândula-mestre que governa todos os outros centros abaixo dela através de seus hormônios reguladores. O equilíbrio desse chacra é obtido através da meditação e do equilíbrio do corpo.

Por último, o sétimo centro psíquico é o pineal. Está associado a essa glândula que se encontra logo abaixo do cérebro exatamente na divisão entre os lóbulos direito, esquerdo e o cerebelo. Sua função é fornecer a química necessária para o bom funcionamento do cérebro. E também está associado às experiências mais espirituais, levando-nos à compreensão de toda a natureza quando expandimos esse centro.

Quanto aos dons espirituais relacionados, podemos dizer que cada um dos centros citados está associado a um deles. Assim o do primeiro centro citado está associado à Anima, isso é, à percepção real do mundo, seja do muito pequeno, seja do muito extenso.

Já o segundo está associado à Mahima, a expansão da consciência do todo do qual fazemos parte.

O terceiro, Garima, está associado à gravitação. Isso pode ser observado naquelas demonstrações de mestres de artes marciais em que eles são colocados como uma árvore no chão e ninguém consegue derrubá-los. Significa que podemos ter o peso que quisermos, ainda que tenhamos a mesma massa. Para isso basta ter um controle absoluto de nosso organismo e a expansão do terceiro centro.

O quarto, Laghima, está associado à levitação. Como a do nosso Mestre Jesus, que o fez por sobre as águas do Rio Jordão.

O quinto, Prapti, está associado à realização de objetivos, o que se faz com o trabalho. Está associado à compreensão de diversos idiomas e a bilocação, isso é, à capacidade de estar em mais de um lugar ao mesmo tempo. Muitos mestres já se utilizaram desses recursos, diretamente associados ao chacra da garganta.

O sexto, Prakayama, confere o poder da vontade suprema, isso é, da realização de qualquer desejo que se tenha. Só é obtido quando a sua vontade está em comunhão com a vontade universal. Permite a intercessão de diversos milagres, como tem permitido desde sempre ao longo da História da humanidade em relação a alguns homens santos.

O sétimo, O Vasitva, o poder de comandar. Está associado á coroa do rei, que vê as suas ordens sendo obedecidas pelos súditos. Vimos exemplos desse poder nas ocasiões em que Mestre Jesus converteu água em vinho. Há outros exemplos da História em que vimos isso acontecer. Trata-se de um poder em que não se comanda apenas pessoas, e sim qualquer objeto da natureza.

A elevação do espírito para alcançarmos esses poderes se dá através de uma tríade: concentração, meditação e êxtase. No entanto de nada adiantará ter esses dons se não forem usados para o bem comum da humanidade. Essa é a verdadeira função para a qual o homem foi criado. Não se deve almejar os dons espirituais tão-somente por sede de poder, e sim por uma verdadeira sede de sabedoria e de amor por tudo o que há no universo.


http://gravidadepura.blogspot.com/2007/10/divindade-do-homem.html

0

sementes

Sábado, Março 22, 2008

0

pascoa é ...


Páscoa é ser capaz de mudar,
É partilhar a vida na esperança,
É lutar para vencer.

Páscoa é dizer sim ao amor e à vida,
É investir na fraternidade,
É lutar por um mundo melhor,
É vivenciar a solidariedade.

Páscoa é ajudar mais gente a ser gente,
É viver em constante libertação,
É crer na vida e vencer a morte.

Páscoa é renascimento, é recomeço,
É uma nova chance pra gente melhorar
As coisas que não gostamos em nós.


Para sermos mais felizes por conhecermos
A nós mesmos mais um pouquinho e vermos
Que hoje somos melhores do que fomos ontem.

Feliz Páscoa!!!


Quarta-feira, Março 19, 2008

0

7 lições de ouro de Steve Jobs



Criativo, inovador, perfeccionista ao extremo e com um instinto de marketing digno de um pop-star, cada discurso de Steve Jobs é esperado como um grande evento de cultura pop. Algumas de suas lições já entraram para a história:
...
1. "A inovação define líderes e seguidores"

A inovação só conhece um limite: a imaginação. Quem quiser ganhar um lugar de destaque tem que pensar de forma original, além dos quatro cantos do seu escritório. A inovação não precisa ser tecnológica, pode ser um novo meio de fazer as coisas, com mais simplicidade e eficiência, uma abordagem diferente em relação ao cliente, uma linha de design mais elegante.

2. "Seja um fanático pela qualidade. A maioria das pessoas não está acostumada a um ambiente onde a excelência é a regra".

A excelência não admite atalhos. Para alcançá-la, além de estabelecê-la como prioridade, terá que empenhar tempo, talento, habilidades e dinheiro para alcançar aqueles dois passos a mais, que fazem toda a diferença.

3. "A única maneira de fazer um grande trabalho é amar o que você faz. Se você ainda não encontrou o trabalho que preenche seus sonhos, não se acomode. Com todas as forças do seu coração, saberá quando encontrar".

Felicidade, sucesso e excelência se alcançam por quatro palavras: 'faça o que ama'. Encontre a profissão que lhe dê um senso de profundo significado, direção e satisfação na vida, o que contribuirá não apenas para sua saúde e longevidade, mas também na maneira como vai enfrentar os tempos difíceis, quando vierem.

4. "Um conceito do budismo é 'uma mente aprendiz'. É maravilhoso ter uma mente aprendiz".

Uma mente aprendiz vê as coisas como são, e num relance pode perceber o significado real de atos e pessoas. Desenvolver uma mente aprendiz inclui observar o mundo e as coisas livre de preconceitos, julgamentos e fórmulas prontas, como uma criança que descobre o ambiente ao seu redor cheio de curiosidade e êxtase.

Sabe aquelas perguntas óbvias que as crianças fazem que não conseguimos responder? Aí está a mente aprendiz.

5. "Eu sou a única pessoa que eu conheço que perdeu 250 MILHÕES DE DÓLARES em um ano. É o tipo de coisa que molda um caráter".

Não confunda cometer erros com ser um erro. Não há pessoa de sucesso que não tenha cometido erros na vida, e as que tiveram mais sucesso foram as que arriscaram mais, cometeram mais erros, aprenderam com eles e melhoraram sua performance. Steve Jobs, assim como Michael Jordan, seguiram este caminho.

Você pode encarar um erro como uma besteira a ser esquecida, ou como um resultado que aponta uma nova direção.

6. "Nós existimos para deixar uma marca no universo. De outra maneira, por que estaríamos aqui?"

Você já percebeu que temos coisas imensas a alcançar nesta vida, e estas conquistas futuras acabam sob o pó da rotina enquanto nos servimos mais uma xícara de café e nos enrolamos com nossas pequenas burocracias?

7. "Nosso tempo de vida é limitado, não gaste-o vivendo a vida de outras pessoas".

Não fique preso a dogmas, não deixe o ruído de outras pessoas vencer sua voz interior e, mais importante, tenha a coragem de seguir seu coração e intuição que, em algum nível, já conhecem a verdade. Todo o resto é secundário.

Você já cansou de viver os projetos e sonhos de outras pessoas? É da nossa vida de que estamos falando, e temos todo o direito de definir e percorrer nosso caminho individual, sem os grilhões ou sutis barreiras criadas por outras pessoas.

É preciso se dar a chance de nutrir suas qualidade criativas, livre de pressões e medos que, na maior parte das vezes, nós mesmos construímos ao nosso próprio redor.

Agora, que tal desligar o iPod e pensar nos seus sonhos? via


Sábado, Março 08, 2008

0

motivar

Domingo, Março 02, 2008

0

Será que espíritos existem?


http://drawn.ca/wordpress/wp-content/uploads/2007/11/campion.jpgTenho hoje 58 anos. Esta história aconteceu quando tinha 23 anos, noiva, e trabalhando em uma, malharia, fui para casa em um fim de tarde normal, tomei banho jantei. Vi um pouco de tv. e fui dormir. No meio da noite acordei aos berros, pois não estava enxergando nada e me sentia toda adormecida, meu pai veio correndo ao meu quarto, ligou o interruptor, e deu de cara com um monstro " EU" totalmente inchada e vermelha, eu não sabia como estava mas pelo rosto de espanto de meu pai, a coisa era grave. Ele me juntou do chão, pois tinha caído da parte de cima do beliche, com o pânico que eu estava perdi a noção que estava no beliche. Fomos ao hospital Conceição, lá fui baixada, fizeram todos os tipos de exames e não constataram o porque daquele vermelhidão, fiquei em observação. Me levaram para um quarto com mais duas pacientes, eu no canto do lado da porta uma senhorinha vovozinha branquinha como um lírio no canto da parede junto a janela, que me abriu um sorriso de orelha a orelha, retribui o sorriso cumprimentando-a. E uma senhora mulata magra aparentando uns 38 ou 40 anos, com os olhos esbugalhados olhando bem pra dentro dos meus olhos com cara de brava, sofrida amargurada com olhar de desespero, deitaram-me na cama, ajeitaram-me e saíram do quarto, ai com calma na medida do possível fui analisando tudo ao meu redor, ai foi que me dei conta que estava em um hospital e internada, mas não sabia o porque, pois os médicos até então não sabiam a resultado do meu diagnóstico. A senhora do meio, a mulata, estava com um tubo em sua bexiga, e um recipiente no chão embaixo da cama, urina bem amarelinha, ví isso nitidamente, ela gemia muito e não tirava os olhos de mim, fui ficando mais curiosa ainda e perguntei a ela o que tinha, a única pergunta que fiz a ela, e a única pessoa com quem ela tinha dito uma frase desde o dia que baixou ao hospital. Foi o comentário da vovozinha ao lado. A senhora do meio disse assim pra mim: Estou morrendo salve-me, tire-me daqui, quando olhei para baixo o litro estava repleto de sangue, transbordando. Gritei… mas gritei muito que apareceram não só os enfermeiros como pacientes também para saber o que estava acontecendo. Eu gritando em desespero falei aos enfermeiro, levem-na daqui ela esta morrendo está esvaindo-se em sangue, eles a pegaram e quando estava saindo na porta carregada na maca, ela olhou pra mim com olhos desta vez serenos e disse: Obrigada muito o brigada agora vou descansar em paz, eles não estavam dando bola pra minha dor, e nem minhas súplicas. Ela foi pra UTI. fiquei tranqüila pois sabia que por algum motivo eu fui parar naquele hospital tão longe de onde moro, e que ao lado de minha casa tem o hospital da PUC. A noite chegou e eu dormi, no meio da noite eu levantei para fazer xixi, sentei-me no vaso com a porta aberta, quando levantei a cabeça para puxar a descarga ,olho para a porta e a senhora que tinha ido para UTI estava ali com a mão na porta impedindo minha passagem, perguntei a ela o que estava fazendo ali, pois horas antes a senhora estava mal, ai ela me disse: Agora estou bem, não tenho mais dores pois tu me ajudou e vim te agradecer, mas como sei o estado de pessoas que vão para UTI que não se recuperam assim de uma hora pra outra, assustada eu gritei vá embora vá para a UTI, passei por baixo do braço dela, e fui pra cama correndo apertar a campainha para chamar os enfermeiros. quando eles chegaram eu falei gritando … Que mrd… que porcaria de hospital é esse que deixam o paciente sair da UTI. Aí eles espantados comigo perguntaram: Mas que paciente minha senhora ?!. Não tem ninguém aqui. eles perguntaram, como era o paciente, ai eu disse:
- Aquela senhora que vocês levaram esta noite para a UTI. Eles se olharam com olhares espantados, não falaram nada, me deram um calmante e disseram: Vou lá na UTI ver se o paciente esta lá, e se está tudo bem. Eu dormi profundamente, me acordando com meu pai do meu lado fazendo carinho na minha mão . Eu olhei pra ele e disse pai eu não estou sentindo mais nada me tira daqui. Ele disse: Os médicos também não sabem o que tu teve e não deram laudo nenhum, mas para ter alta tem que constar no boletim alguma coisa eles colocaram intoxicação alimentar. Fomos para casa.
No caminho o meu pai me contou que a senhora tinha morrido assim que saiu do quarto, quando chegou à UTI já estava sem vida. Esta história aconteceu comigo é real e todos do meu convívio sabem dela.


Cleris Regina Souza da Rosa - Porto Alegre, Rio Grande do Sul


via


Segunda-feira, Janeiro 28, 2008

0

10 lições sobre a vida, por Albert Einstein



  1. Alguém que nunca cometeu erros nunca tratou de fazer algo novo.Ampoule.png
    Em outras palavras, a maioria das pessoas nunca prova coisas novas por temer o fracasso. Não devemos temer as falhas. No geral os perdedores aprendem mais que os próprios vencedores. Nossos erros dão-nos oportunidade de aprender e a crescer com eles.

  2. A educação é o que sobra depois que gente se esquece do que aprendeu na escola.
    Isto é, a educação é o que se aprende sobre a marcha da vida, e não os simples detalhes que alguém memoriza num momento
    determinado.

  3. Ser suficiente artista é ter capacidade de desenhar a imaginação. A imaginação é mais importante que o conhecimento. O conhecimento é limitado. A imaginação envolve ao mundo.

  4. O segredo da criatividade é saber esconder suas fontes.
    No contexto onde Einstein disse isto quis dizer que ainda que possamos ser influenciados por outras grandes pessoas, no momento de subir a um palco devemos deixar atrás essas pessoas e convertemos-nos num indivíduo único e original, que aprende diferentes valores de diferentes pessoas.

  5. O valor de um homem deve medir-se pelo que dá e não pelo que recebe. Não se converta em um homem de sucesso senão num homem de valores.

  6. Existem duas maneiras de viver: Pode viver como se nada fosse um milagre, ou viver como se tudo o fosse.
    Com isto quis dizer que quando nada é um milagre, você tem o poder de fazer que o seja sem limites. E quando tudo é um milagre, você detém se a apreciar até a mais pequena de todas as coisas belas do mundo. Pensar de ambas maneiras proporcionará um vida produtiva e feliz a qualquer um.

  7. Quando examino a mim mesmo e aos meus métodos de pensar, chego à conclusão que o dom da fantasia significa muito mais para mim que qualquer outro talento para pensar positiva e abstractamente.
    Isto é, sonhar sobre todas as coisas que você pode conseguir na vida é a chave para uma vida cheia de positivismo. Deixa que sua imaginação te leve por todo tipo de caminhos e crie ao seu redor o mundo em você desejaria viver.

  8. Para ser um membro imaculado de um rebanho de ovelhas, deve-se, antes de tudo, primeiro ser uma ovelha.
    Ou seja, se você deseja ser um empresário de sucesso, deve começar seu próprio negócio imediatamente.

  9. Deves aprender as regras do jogo. E depois deves jogar melhor que todo mundo.
    Em outras palavras, faça o melhor trabalho possível que possa, como se sua vida dependesse disso, e depois quando não tiver mais contra quem competir, só terá a você para enfrentar. Nesse momento, melhora o melhor que tenha conseguido.

  10. O mais importante de tudo é nunca deixar de se perguntar. A curiosidade tem sua própria razão de existir.
    Com isto Einstein quis dizer que as pessoas inteligentes perguntam. Não deixe de fazer perguntas a você mesmo e a outros para encontrar soluções, pois isto o ajudará a obter conhecimentos e analisar seu crescimento em todos os caminhos da vida.


Quarta-feira, Janeiro 02, 2008

0

ORDEM DOS FATORES


A Matemática às vezes não funciona na gramática (muito menos no amor), pois aqui a ordem dos fatores altera o resultado, sim!


Vejam só:1106.jpg


não te amo mais.


estarei mentindo dizendo que


ainda te quero como sempre quis


tenho certeza que


nada foi em vão


sinto dentro de mim que


você significa nada


não poderia dizer jamais que


alimento um grande amor


sinto cada vez mais que


já te esqueci!


e jamais usarei a frase


eu te amo!


sinto, mas tenho que dizer a verdade


é tarde demais


Triste, né? Agora... leia de baixo para cima!


Terça-feira, Dezembro 25, 2007

0

ORAÇÃO - UM CONTO DE NATAL



Querido Bichano: Não quero de maneira nenhuma faltar à tradição, de mais de uma dezena de anos, de nesta época, duplamente festiva para ti, mandar-te a modesta lembrança de umas palavras que, regra geral, pretendem ser alegres, para as publicares no teu número extraordinário de Natal que é também comemorativo do teu aniversário natalício.

Este ano, desculpa, as palavras que te mando não são do bom humor propriamente dito que te caracterizam. A veia humorística deve ter secado e, neste último mês do ano, neste mês do Natal, só me ocorrem ideias sérias, o que não quer dizer necessariamente que sejam tristes.

E como é certo que de vez em quando abres um parêntesis na tua boa disposição - como tu próprio costumas dizer - e apresentas uma nota séria, atrevo-me a pedir-te também que faças um pequeno intervalo na tua habitual alegria e dês generosamente guarida às minhas palavras deste ano que vão pretender contar a traços largos uma pequenina e verdadeira história de Natal que por ser eminentemente cristã será certamente uma história cheia de alegria.





Nado e criado em Lisboa, não sei ao certo por que razão - talvez uma razão ancestral - tive sempre a paixão do campo. E nos dias longos do Natal, que infelizmente tão depressa passam, gosto de refugiar-me na província, ao calor da lareira, rodeado da família e de amigos.

Nunca quis ser como aquele menino da cidade a quem um dia perguntaram onde crescia a erva. E ele respondeu muito ancho: "A erva cresce nos telhados". Coitado do garoto, certamente pálido e enfezado, da sua mansarda urbana só via a erva nos telhados vizinhos e desconhecia, tristemente, a erva livre e vigorosa dos campos.

Pois eu, felizmente, desde muito novo que sei que o lugar próprio para crescer a erva é nos campos sem fim, fora das cidades, e que só acidentalmente ela deve crescer nos telhados.

E, graças a Deus, também sei que é no campo onde se passam as melhores consoadas.

Há já alguns anos - ainda havia guerra - fui passar as férias do Natal à província e, nestes tempos conturbados, melhor sabia aquele Natal provinciano, tão português, tão cheio de Paz.

Naqueles dias, quase sempre frios e luminosos, dava longos passeios pelo campo e à tardinha visitava a ampla cozinha, onde se preparava toda a espécie de guloseimas próprias da quadra - filhós, coscorões, sonhos, rabanadas e uns fritos deliciosos, recheados de grão, a que chamavam azevias (mas que nada tinham que ver com o peixe do mesmo nome), de que eu petiscava gulosamente, pecadoramente, às escondidas, antes da ceia que só se servia depois da Missa do Galo.

Uma tarde fui dar um lindo passeio até um lugar muito pitoresco, situado num plaino, chamado "Senhora do Tojo", onde havia um frondoso freixo e uma capelinha secular, construída em tempos imemoriais em honra de Nossa Senhora. Contava uma lenda muito antiga que a Mãe de Jesus havia ali aparecido, entre os tojos, também a uns pastorinhos. E logo o povo construiu a capelinha, toda branca, simples e graciosa, rodeada de arcadas em ogiva que davam uma fresca sombra nos dias quentes de verão. Era a capelinha de Nossa senhora do Tojo.

Costumava ir ler para aquele sítio, sentado numa pedra, debaixo de um dos arcos, donde se avistava a silhueta do velho e frondoso freixo.

O lugar era de pastorícia e com frequência pequenos pastores passavam lentamente, ao cair da tarde, conduzindo os seus rebanhos aos redis.

Por mais de uma vez tinha reparado no perfil sereno de um pastorzito de 10 ou 11 anos que, ao baterem as Avé-Marias no campanário da velha igreja da aldeia distante, se descobria respeitosamente, ajoelhava piedosamente e rezava em profunda meditação, ao lado do seu numeroso rebanho que milagrosamente se aquietava enquanto o seu guia estava postado em oração.

Numa tarde, depois da concentrada oração do pequeno pastor, interpelei-o e perguntei-lhe quem era e por que rezava com tanta devoção. O pequeno, de olhar inteligente, disse-me, hesitante, que o pai trabalhava no campo e, com muito acanhamento, acrescentou que rezava pela saúde dos pais, dos irmãos, pelo bem estar de todos... Proferia as palavras lentamente, como que envergonhado, receoso de que não compreendesse a sua grande Fé. Mas animei-o com palavras compreensivas e o pastorzito, de rosto iluminado por dois grandes olhos muito brilhantes, disse-me com entusiasmo: - Rezo com grande fervor o Padre Nosso, o Credo, a Avé-Maria e a Salvé Rainha e depois peço a Deus, com toda a força da minha alma, que me perdoe todos os pecados que devem ser muitos e que me torne cada vez mais perfeito, e agradeço-lhe todos os benefícios que tenho recebido pelos quais me confesso eternamente grato. Peço também a Deus que os meus pais, os meus irmãos, os meus amigos sejam sempre bons, assim como todos os homens, e rogo ainda a Deus que a guerra acabe depressa e que todos os países passem a ter homens bons a governá-los e que os governem tão bem que os povos vizinhos sejam sempre amigos não podendo haver, assim, mais guerras no Mundo.

O petizito calou-se e olhou-me timidamente com os olhos húmidos de comoção.

Afaguei-lhe a cabecita aloirada, cheia de caracóis, parecida com a de outro pastor que um dia Murillo pintou maravilhosamente, e só pude dizer-lhe que era linda a sua oração, que Deus a ouviria com certeza e com a ajuda dos homens haviam de ser vencidas as forças do Mal e em breve teríamos a Paz tão ambicionada.

Despediu-se o garoto e encaminhou-se para a aldeia, conduzindo serenamente o seu rebanho.

Instintivamente acudiu-me ao pensamento a frase evangélica: "Glória a Deus nas Alturas e Paz na Terra aos Homens de Boa vontade".

Estava admirado da ponderação que revelavam as palavras daquela criança, mas lembrei-me que dois mil anos antes outra criança maravilhara ainda mais os Homens pela sua grande sabedoria e não me admirei mais.

Apressei-me então para casa, para as costumadas guloseimas do Natal que me esperavam e me atraíam e pelo caminho rememorei a oração do pequeno pastor - e achei-a tão generosa, tão bela, tão sublime que fiz dela a oração de todos os dias.
Cícero Galvão
Dezembro de 1959




0

feliz natal




Senhor, quisera eu neste Natal armar uma árvore dentro do meu coração e nela pendurar, ao invés de presentes, os nomes de todos os meus amigos.


Os amigos de longe e os amigos de perto, os antigos e os recentes, os que vejo a cada dia e os que raramente encontro. Os que sem querer magoei e os que sem querer me magoaram.


Os sempre lembrados e os, às vezes, esquecidos.


Os das horas difíceis e os das horas alegres.


Os que pouco me devem e aqueles a quem devo muito.


Meus amigos jovens, meus amigos velhinhos , as crianças minhas amiguinhas .


Os nomes de todas as pessoas que já passaram pela minha vida.


Os que me estimam até sem eu saber, e o nome de todos a quem amo por sua causa.


Olhe para a minha árvore Senhor e sorria para ela.


Que o seu divino sorriso cubra de bençãos neste Natal todos os meus amigos e familiares.